Fadas de Luz


Meu blog de pinturas e artesanato


sábado, março 12, 2016

#Happy Easter

                                               Happy Easter



 
 

segunda-feira, fevereiro 29, 2016

Raggedy Ann

Raggedy Ann
 
Olá!!! Aqui estão algumas sugestões pra quem gosta das lindas bonequinhas americanas.   Fiz aproveitando pedacinhos de retalhos, lã vermelha para os cabelos e fita para fazer a alcinha de pendurar. Se precisar do molde envio pra voce, é só deixar uma mensagem pra mim.
 


 
 



Sou muito grata por tantas visitas ao meu blog. Agradeço com muito carinho as visitas de Moscow,Benicarló na Comunidad Valenciana, Guanambi na Bahia,Redmond em Washighton, United States, Bucharest,Rússia, Athens e Califórnia.
Se quiserem me seguir no Instagram é só procurar por @margarida_porto
 

segunda-feira, janeiro 11, 2016

Bonecas russas

Bonecas Russas
 
Oi meus amores. Sumida do blog porque estou trabalhando bastante fazendo estas bonecas russas. Voces podem me seguir na página www.facebook.com/fadasdeluz.
 




                                            Beijos iluminados das Fadas de Luz.

terça-feira, julho 14, 2015

Papier Marchè

                                               Papier Marchè

Olá queridos! Esta semana estou fazendo papier marchè. Fiz uma formiga  com mais ou menos 40 cm. Primeiro a armação do corpinho com arame, da posição que voce escolher. Depois muito jornal amassadinho e enrolado cobrindo o arame e formando o corpinho e a cabeça.Amarre com barbante para ficar bem justinho. Depois disso é só colar tirinhas de jornal com bastante cola branca, aquela da escola das crianças, e ir formando várias camadas assim. Dá um trabalhinho mas depois de seco o trabalho fica bem bacana.

O mais interessante é que quando as pessoas me perguntam o que estou fazendo,eu respondo: -Não sei ainda, vai chegando aos poucos. E realmente só no final é que vou saber o que eles querem.
Esta formiguinha é muito trabalhadeira e com isso não se diverte. Afinal ela tem tantos talentos .Os amigos e a família só a vêem como trabalhadeira e nunca perguntaram a ela o que gostaria de fazer.
Então ela resolveu sentar-se e explicar o que gostaria que fosse a sua singela vidinha.
-Bem, a cigarra canta no verão, a mulher do sapo faz rendinha pro casamento e eu? Eu sei fazer bordados, crochê, tricô, pintar, cantar, tocar violão e só trabalho. Preciso dedicar um tempinho pra eu ser feliz também. É isso.
O problema da Dona Formiga já está resolvido. Ela agora está de férias, sentadinha aqui em casa, conversando com quem aparecer à sua frente. Ô menina tagarela!

                                                                                   



                               







Aqui foi quando ela secou e a pintei de branco com tinta P.V.A., tinta de parede, para fazer a cobertura e as cores ficarem mais bonitas.


                                                   
Agradeço a visita dos Estados Unidos, Austria, Califórnia, Texas, Mattersburg, Burgenland,Redmond,Washinghton,São Paulo, Belo Horizonte e Duque de Caxias.
Muito feliz por estarem sempre aqui me acompanhando e curtindo meus trabalhos.





sexta-feira, junho 12, 2015

Telhas decoradas

                                         Telhas decoradas


Esta semana recebi a encomenda de duas telhas confeccionadas com a Santa Edwiges. 
Fiz a impressão a lazer para não ter problemas com pingos dágua e ficar mais fácil para a limpeza. Colei flores de seda e contornei com trança feita em palha da costa.
Espero que gostem e se inspirem.



Aqui segue a história da Santa Edwiges.
Voce pode usar o Google tradutor que está na página para poder ler.

Nascida no período Medieval, em 1174, Edwiges – morreu em 1.243, e foi canonizada em 1.267 –, foi uma mulher que marcou seu tempo. De família nobre, rica, assistiu, desde tenra idade, a miséria a tomar formas diferentes nas pessoas que conhecia, convivia e amava.
Ao se casar aos 12 anos de idade, com Henrique, duque europeu, a então princesa da Silésia, país de Lebuska, atual Polônia, Edwiges, educada no Catolicismo e dona de uma fé inabalável, deparou-se com uma situação completamente diferente da que estava acostumada a conviver – seu marido, irmão de clérigo, mal sabia rezar.
Cristã, no real sentido da palavra, a esposa de Henrique logo tomou a educação religiosa de seu marido, preparando o caminho da paz em sua casa para a chegada de seus seis filhos – Henrique, Conrado, Boleslau, Inês, Sofia e Gertrudes. E, para conseguir manter sua família dentro do que acreditava, diariamente, levava a família até a capela próxima do castelo onde moravam, para assistirem, juntos, diariamente, à missa.
Mas, suas devoções a Cristo e respeito à Virgem Maria não terminavam em seus horários de missa ou de oração. Entre as prolongadas ausências do marido, que saía a lutar nas guerras que dizimavam vidas e era freqüente naquele período da humanidade, Edwiges aproveitava para visitar famílias nas maiores condições de miséria e buscar o socorro para cada uma delas.
Nessas visitas, descobriu que os maiores problemas que as famílias enfrentavam estavam relacionados à falta de dinheiro. Lavradores, pequenos sitiantes precisavam pagar uma quantia aos proprietários da terra que trabalhavam, sobre a colheita que deveriam ter. Essa colheita sempre era menor do que o esperado devido ao inverno rigoroso e as intempéries do clima do lugar. Sem ter como pagar as dívidas, os lavradores eram presos e suas famílias ficavam abandonadas, sem ter a quem recorrer. Muitas vezes, as mulheres se prostituíam para poder sustentar seus filhos, ou vagavam pelas ruas, à mercê da quase inexistente caridade pública, sendo humilhadas e maltratadas pelos moradores que tinham condições de sobreviver.
Assistindo a dor e a miséria humana, Edwiges, dona de um coração privilegiado para a época, e uma das mulheres que mais sentiram – e demonstraram – como ninguém, a caridade e a compaixão, pagava as dívidas dos presidiários com o dinheiro de seu dote, a quantia que foi dada em época de seu casamento o seu marido que não quis usá-la e deixou a seu inteiro dispor de sua esposa, ajudando-os a reiniciarem suas vidas.
Preocupada com a situação das mulheres que perdiam seus maridos nas guerras e viam-se a mercê da sorte, expostas a estupros e todo tipo de maldade humana, passou a construir em pequenos vilarejos, conventos para abrigar viúvas e órfãos. Muitas tornaram-se freiras e passaram a servir a Deus.
Depois de perder dois de seus filhos precocemente e, por último, seu marido, Edwiges retirou-se para o convento de Trébnitz e ali viveu, em jejum e oração até sua morte, aos 69 anos de idade.
Sua fé foi motivo de muitos pedidos dos que viveram próximos a ela, depois de sua morte e, com vários milagres comprovados, a Igreja Católica a declarou santa em 1.267, 24 anos após a sua morte.
Até hoje, seu corpo é venerado no Convento de Trébnitz, na Polônia, e existem igrejas no mundo inteiro dedicadas à santa.